A young textile entrepreneur
sets out to explore Pakistan.
30 years down the road,
she is there to stay.

Em 1983, a indústria têxtil paquistanesa, ainda na sua infância, tinha um grande problema: dentro dum setor florescente da economia, os trabalhadores das fábricas permaneciam pouco qualificados e sem educação. A falta alarmante de literacia fez erguer uma questão:
como se ajudam crianças em países em desenvolvimento quando elas não têm sequer prospetos de uma boa educação para moldar as suas vidas?

Durante anos, o sistema de educação pobre impedia as pessoas do Paquistão de se desenvolverem e impedia uma industrial têxtil com alto potencial de crescer. Nos anos 80, o Paquistão exportava produtos têxteis principalmente para a Rússia, produtos estes
maioritariamente de baixa qualidade. Só com o advento de melhores condições de trabalho e melhor equipamento fabril é que o país começou a crescer para se tornar no superpoder têxtil que é atualmente.

Após anos de investimento na indústria e nas pessoas, a força de trabalho paquistanesa finalmente se tornou una: os trabalhadores fabris que receberam educação anos antes começaram a ocupar posições nos quadros das empresas e a liderar as suas próprias
comunidades.

A busca por uma resposta à questão inicial alimentou o sonho que se concretizou em 2012, com a primeira escola TRY: o Jet Campus. A escola foi construída na cidade de Mardan, uma área atormentada por lei Taliban e baixos níveis de educação. Atualmente, a escola secundária tem 76 estudantes, e o trabalho que aqui começou está apenas a começar.

“A possibilidade de uma existência digna para toda a gente começa com uma forte educação. Podem-se fazer planos e executá-los, mas mais importante, pode-se avaliar os planos de outras pessoas e formar uma opinião própria.” – Henriëtte Schefer

A viagem da Henriëtte

Os empreendedores têxteis Fawad Anwar e Henriëtte Schefer conheceram-se em 1983. Foi o começo de uma ligação especial, que surgiu na busca da Henriëtte por países aptos para o cultivo de algodão e o subsequente processamento no local. O Paquistão era um desses países e, como tal, a escolha perfeita.

“Passados 30 anos de trabalho na indústria têxtil paquistanesa, quis deixar algo para trás para o país. O Paquistão e o seu povo ensinaram-me a pôr de lado as minha limitações e arrogância ocidentais e a compreender uma cultura diferente. Isso foi crucial para sermos capazes de cooperar e desenvolver uma indústria praticamente não existente e torná-la numa indústria líder no mundo.

A falta de boa educação primária e secundária tem tido um enorme impacto negativo no desenvolvimento desta indústria nos últimos 30 anos. Ao prestar atenção a isto na fábrica e ao investir em escolas para os nossos colaboradores, experienciamos em primeira mão o valor que a educação tem em tornar o futuro melhor.”

Para cumprir o desejo da Henriëtte, o Fawad introduziu-a à The Citizens Foundation (TCF). Durante uma visita a uma escola TCF, a Henriëtte ficou tão cativada pela atmosfera e impressionada com a organização responsável que decidiu que estava na altura de investir na construção de escolas.

“Acreditamos que através da colaboração, diversidade e complementaridade entre o novo e o antigo, resultados podem ser alcançados e sonhos concretizados. Desde o falar até ao fazer. A fundação é agora um facto, fundada a 6 de Janeiro de 2020.”


– Henriëtte Scheffer

Why Pakistan?

Pakistan is home to a profitable cotton industry, one of

the largest in the world. But the country’s undeniable potential

for growth and sustainable development is currently impaired

by social f actors such as poverty and low levels of education.

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